Spread Love Like Violence
Novembro 23, 2009
- I hope that somehow I can explain myself -
Monday?
Novembro 16, 2009
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Agosto 9, 2009
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All human beings should try and learn before they die what they are running from, and to, and why. - James thurber
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You never say FUCK too many times
Agosto 5, 2009
Fuck you – Lily Allen
What do you mean What do i mean
Julho 15, 2009
my advice:
Julho 7, 2009
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Julho 4, 2009
Don’t hurt yourself
Julho 1, 2009
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we’re all prety bizarre, some of us are just better at hiding it, that’s all
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O Monstro ou o a mar
Junho 26, 2009
Uma maré vermelha escorria agora de todos os lados do monstro, como regatos descendo a encosta de um monte. O seu corpo atormentado debatia-se agora, não no mar. mas no sangue que borbulhava e espumava em centenas de metros atrás. O Sol, baixando no horizonte, lançava os seus raios neste largo tinto vermelho, reflectindo a sua luz em todos os rostos, rubros como peles vermelhas. Á morte, rapazes!
Make Some Thing
Junho 15, 2009
É muito importante criar algo todos os dias. Pode ser algo de efémero, sem utilidade. Um simples desenho, uma música, uma foto, uma dança, não importa o que seja desde que tinhas sido tu a fazê-lo.
Muitas pessoas passam dias, semanas e até meses sem nada terem feito de realmente seu, que lhes pertença verdadeiramente.
Para mim, isso seria uma tortura. Preciso deste hábito como preciso de oxigénio para respirar.
Deixa a tua marca onde queres que vás.
Como tu dirias.. e eu claro que obedeço
Maio 15, 2009
Corre para encontrar teu amigo Geraldo
Março 15, 2009
Hoje há-de ser. Há três dias que não durmo nem descanso nem pousei esta cabeça nem pararam estes pés dia nem noite, Para chegar aqui hoje, para vos dar um recado.. e morrer depois.
As suas palavras trago-as escritas no coração com o sangue branco que são as lágrimas que lhe vi chorar, que muitas me caírem nestas mãos, que me correrem por estas faces. Ninguém lhe consolava, senão eu…
Cuidados! Eu não tenho já cuidados. Tenho este medo, este horror de ficar só, de vir a achar-me só no mundo…
A uma altura descomunal acima de nós, e precisamente na orla do precipício das águas, pairava um gigantesco navio de uns quatro mil toneladas. Apesar de alcandorado na crista de uma onda que tinha mais de cem vezes a sua altura, as suas dimensões era abismais. O seu casco enorme era de um negro profundo, nem sequer enfeitado por qualquer ornamento habitual em navios.
Uma fileira única de peças de artilharia de bronze emergia das escotilhas abertas e as suas superfícies polidas reflectiam os clarões das inúmeras lanternas de combate vermelhas que balouçavam de um lado parra o outro.
Todavia, o que nos encheu de terror e espanto foi que ele navegava a todo o pano, a despeito daquele mar sobrenatural e incontrolável furacão. Quando o avistamos a primeira vez, apenas se lhe via a proa, ao erguer-se lentamente do sombrio e hómivel fosso que ia deixando para trás. Por um instante de intenso terror, deteve-se sobre o cume vertiginoso da onda, como que imerso na contemplação da sua própria magnificência, após o que estremeceu, vacilou e iniciou a queda.
Nesse instante, não sei que súbita serenidade me trespassou o espírito, avançado a cambalear para a popa o mais que me foi possível, aguardei sem receio a catástrofe iminente que nos iria esmagar.
Arrastava-o e moía-lhe os ossos com pancada:
Janeiro 2, 2009
Derem de caras um com o outro, o pai possante e o filho diminuto, e este ficou sem pinga de sangue: como se visse pela frente um touro tresmalhado a fita-lo com os olhos injectados de raiva.
Ficou cego e surdo para com o sangue, a fraqueza, o lugar e o momento: rugiu qualquer coisa que o filho, de medo, nem entendeu, deitou-lhe as mãos à gola do fatinho acabado de compar, e com um puxão, rasgou-lhe de alto a baixo. Depois, demente de fúria e ciúme, arrancou-lhe os calções, fê-los em frangalhos, rosnando como uma besta, pisou tudo a pés no pó da estrada. E o menino, inocente e seminu, de mãos postas, chorando e balbuciando ao sol do céu, abalou a fugir. Atrás e de longe, brandindo o aguilhão de ódio, alheio ao sentimento mudo da gente que assista, o Callante retomou a marcha e ainda lhe berrou:
- Agora, Vai ter com a puta da tua mãe.
A lua lembra-se por exemplo de cair na terra, ou então de gravitar distraidamente para o sol:
Dezembro 21, 2008
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Árvore
Maio 27, 2008
Quando só na escuridão da noite urino penso quieta a dúvida duma vida antiga, porquê de noite tenho tanto medo da alma? O céu fita-nos a andar e estamos na vida. Meço-me contra uma árvore alta. Acho que sou mais alto, pois chego mesmo até ao sol, com os meus olhos, e chego á praia com os meus ouvidos.