I stopped fighting my inner demons. We’re on the same side now
Agosto 23, 2009
SHADOW OF ME – The mind poisons what’s left of the heart,
Agosto 11, 2009
2007
Junho 26, 2009
i know your scared of the word
Junho 19, 2009
The worst part about falling out of love,
is wondering if you’ll ever open up that far again.
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O amor em mim é uma praia
Junho 11, 2009
Koop - Island Blues
Quando pensas nela. O que pensas? Pensas nos tempos que passaste com ela? Pensas no que ela estará a fazer, se ela alguma vez pensa em ti?
Penso que estaria mais feliz se ela estivesse aqui. No que estaríamos a fazer agora, da certeza que ela me faria sorrir estupidamente. Não estou feliz agora, é isso que eu penso.
Apaixonar-me exige-me esforço. Assim como deixar de amar. Nada é simples ou fácil em mim. Não confesso isto a ninguém e não sei se para os outros a dificuldade seja a mesma.
Não partilho, tenho a sensação que um monstro vive dentro de mim e que me impede de partilhar genuinamente o que me vai na mente. Sempre foi assim.
A angústia, o peso no estômago, este apertar no peito são emoções familiares.
E quando alguém me abraça e me beija levemente os cabelos penso para comigo, é agora, vou chorar e deitar tudo cá para fora. Mas sou demasiado racional. Penso antes de sentir e nada faço. Limito-me a fechar os olhos. E quem, a muito esforço eu deixo passar por este monstro invisível que me cerca a alma tem o meu amor para vida.
As pessoas que realmente me conhecem são aquelas que eu amei. E estou agora muito longe delas todas.
Este sexo e toda a paixão são o meu rebentar de costuras, é gritar violentamente que todo o teu corpo e o meu corpo me pertencem. É o primeiro e ultimo rasgar dos meus limites interiores.
Aquilo que eu chamo de amor é a calma que vem depois. Quando finalmente após todo suor, toda a dor e todas as feridas expostas no cozinhar das carnes, eu sinto que me perdi. É a ausência de som, a ausência de imagens. É dar à nulidade todo o meu ser, a minha vida, as minhas memórias. O meu amor é mim é uma praia.
link para videoclip no youtube
I really miss you. everyday
Junho 11, 2009
Maybe it is the memory of the happy times.
the memory are still here.
Maybe it is the memory of the happy times.
the memory are still here.
(damn you!)
-*
I loved it
Maio 12, 2009
She had a deep, throaty, genuine laugh, like that sound a dog makes
just before it throws up.
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“Embora o mundo se esteja a esvaziar e os bosques sem voz mais que a voz do queixume. Embora o céu tão escuro deixe baços os olhos descobrir as giestas e a urze a florescerem baixo dele.
E os montes se tomem por sombras e negro assombro o mar e neste dia corra um véu sobre todos os feitos do passado. Nem assim lhe irão tremer as mãos, os pés tropeçarem. O vazio não cansará, nem o medo mudara estes lábios do amado e do amante.”
fonte: nã me lembro
“Levas uma chapada tão grande que vais parar à semana que vem e precisas de uma equipa de cirurgiões para te arrancarem a quarta-feira do cu”
As Minhas
Setembro 9, 2008
As suas nádegas com pequenas nódoas negras fazendo crer que foi amada na noite anterior, o seu peito dorido dançante em que encosto a cabeça como uma almofada. Aqui descaso e escrevo as minhas canções. Digo alto sexo imóvel e o meu falo responde que não… que não posso ama-la só desta forma e finalmente percebo do que preciso.
Acordar um dia na areia molhada de uma praia desconhecida.
Se nesse dia eu tivesse..
Agosto 3, 2008
Se nesse dia eu tivesse 3 metros e 28 centímetros e tivesse chegado com a minha cabeça depositada numa bandeja. Não essa cabeça que as vezes já imaginaste quando não estou, quando ainda não cheguei, quando ainda não sou eu, mas essa cabeça que é outra cabeça na qual te encontras, nem descobres sinais, nem um corpo, nem uma voz que te fale. Ei!, cai o fruto da arvore, é a lágrima do abandono. É o mundo, é o sonho, é o teu nascimento, é o dia em que cai a tua cabeça. Devias estar contente porque ainda conservas o nosso sorriso. Ei!, é o som, o reconhecimento das vozes que te habitam, o rumor do rio. Ah, se eu tivesse sido essa cabeça e a fúria da espada e o caminho desesperado que se segue para deter o juízo com lágrimas crispadas entre os braços e uma arvore. Uma enorme arvore desmaiada dentro do peito.
Corre. corre, corre.
3 metros e 28 centímetros com a cabeça bordada no passado e na musica submersa.
Corre. corre, corre, até conseguires dar com as tuas costas, até te encontrares contigo própria e te aperceberes que corres atrás de ti, corre até ultrapassares 365 dias e veres o mundo como um chapéu que um elefante comeu e esse elefante foi comido por uma serpente.
Corre. corre, corre, se o fizeres depressa talvez possas chegar a ver o dia da tua morte.
I Love You More Than Shit
Julho 26, 2008
Nunca precebo o que dizes:
Julho 14, 2008
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O segredo, levado com vontade de abafar
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Levado pela fúria daquele dia. Sendo que um dia só é dia quando é precedido por outro dia. Eu levada por uma fatalidade que não era só minha. E, embarquei na tenebrosa aventura. Saí de casa. Assim vestida, fumando para afogar a vontade de foder.
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Yes I Am
Junho 2, 2008
abre-me o corpo ao meio!
Abril 13, 2008
Quando estou a ler, como um obscuro eremita,
em noites de verão que aos mortos faz suar,
Vens até mim, depois rasgas o seio, aflita,
e imploras, “Homem! Reza a missa neste altar”
Morde-me o corpo, flor! Com teus espinhos de aço,
morde-me o olhar que chora e os lábios que cagassam ais…
Morde-me a fronte, os pés! Arranca-me um pedaço!
Queres auxilio? Pede ajuda aos generais.
Aguça a boca! Afia os dentes como espadas,
Zás bá! Na pedra amoladora do teu seio
e, após as fundas, cruéis e vermelhas dentadas,
chupa-me o sangue a arder, abre-me o corpo ao meio!
Sempre, onde e seja o que for que eu faça
Março 25, 2008
Depois de voltar do trabalho, passou mais de uma hora mergulhado num banho tépido, enquanto o seu sangue e, pelos vistos, os seus pensamentos, aqueciam a agua:
Quando ela ergueu a saia, um pé descuidadamente erguido revelou uma pequena mancha de terra em cada um dos pontos de apoio dos seus dedos docemente descrentes. Um outro sinal do tamanho de uma moeda na coxa e uma pequena mancha vermelha na barriga da perna _ um pequeno morango _ uma cicatriz. Não eram defeitos, eram adornos.
- Estou sempre à espera para te ver. É a minha profunda declaração. –
Poesia de Geek
Março 20, 2008
ROSES ARE #FFOOOO
VIOLETS ARE #OOOOFF
ALL MY BASE
ARE BELONG TO YOU
- já que estou numa de poesia -