é um punho fechado, a delicadeza uma dificuldade, a alegoria uma perca de tempo. Eu acredito, pelo contrário, que uma das prerrogativas de não se viver no mato é justamente o não ter de se ser muito directo. Admitir ao discurso figuras de estilo, subtilezas, ambiguidades.
Em suma, permitir a interpretação
Novembro 12, 2007 at 12:40 pm
Mas porquê Paris quando podemos ter Roma?